Por Patrícia Bernardo
Hepatite é uma doença grave que pode ser causada por vírus, álcool e outras drogas e uso de alguns remédios. As hepatites mais comuns no Brasil são: A, B, C e D. No entanto, a maioria das pessoas não sabe que têm a doença, já que ela é silenciosa e nem todos os pacientes apresentam os sintomas. Se não detectada a tempo pode afetar o fígado de forma mais grave culminando em cirrose ou câncer.
A hepatite A apresenta apenas a forma aguda. Assim o indivíduo pode se recuperar eliminando o vírus de seu corpo. As demais apresentam tanto a forma aguda como crônica. Dessa forma o vírus pode ficar no organismo por mais de seis meses.
A hepatite B é transmitida pelo vírus VHB que afeta as células do fígado. Esse vírus está presente no sangue, na saliva, no sêmen e nas secreções vaginais. Por isso, pode ser transmitida através da relação sexual, além de transfusões de sangue, uso de drogas injetáveis e durante a gestação e até depois do parto.
Principais sintomas e diagnóstico: náuseas, vômitos, mal-estar, febre, fadiga, perda de apetite, dores abdominais, urina escura, fezes claras, icterícia (cor amarelada na pele e conjuntivas) são os sintomas da doença. Mas nem sempre esses sintomas são percebidos. Para detectar a doença é necessário exame de sangue.
Tratamento: Medicamentos, quando necessário, principalmente para amenizar os enjôos e a febre. Além disso, é recomendado ao paciente não ingerir álcool por pelo menos seis meses e tomar as três doses da vacina.
Prevenção: Tomar as três doses da vacina. A segunda deverá ser tomada após 30 dias da primeira, enquanto a última após seis meses da primeira aplicação. Além disso, não compartilhar objetos de uso pessoal como alicates, escovas de dente, lâminas de barbear, etc. e usar camisinha em todas as relações sexuais. Durante a gestação é importante realizar o pré-natal para detectar a doença e evitar que passe ao bebê.
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